Medicamento que devolve mobilidade aos pacientes faz doutora Tatiana Sampaio ganhar destaque no Brasil.
- Fábio Barreto
- 23 de fev.
- 2 min de leitura
Pesquisadora da UFRJ gastou três décadas desenvolvendo o medicinal capaz de curar lesões medulares, mas a patente internacional foi perdida por falta de verba, segundo a Revista Oeste.

Por Fábio Barreto
Tatiana Coelho Sampaio, de 59 anos, é cientista e professora pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e ganhou destaque nas redes sociais essa semana devido ao desenvolvimento de um medicamento capaz de trazer de volta a mobilidade de pacientes com casos de lesões medulares. A pesquisa descobriu a Polilaminina que é uma versão laboratorial da proteína derivada da placenta do corpo humano chamada Laminina.
De acordo com o portal Forbes, ao todo, oito beneficiários fizeram parte do estudo, porém o tratamento teve sucesso com a recuperar de apenas seis pacientes que são paraplégicos e tetraplégicos. Um deles, que possuía uma paralisia do ombro para baixo, conseguiu voltar a andar.
Segundo a Veja, a doutora vem realizando o estudo - que ainda está em fase experimental - há décadas, mas, somente agora, recebeu divulgação nacional pelo público geral. Além, dos comentários sobre uma possível chance do Brasil conquistar um Prêmio Nobel de Medicina. A Veja afirmou ainda que não é possível dizer que o remédio é seguro, pois ele ainda não possui todos os testes confirmando sua eficácia e proteção. Somente em janeiro de 2026, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deu permissão para realizar o estudo clínico de avaliação da segurança para o uso do medicamento.
No cenário internacional, o Brasil, só possui agora a patente exclusivamente até dois anos. A perda ocorreu devido aos cortes orçamentários realizado nos anos de 2015 e 2016, conforme informado pela Revista Oeste.
A Dra. Tatiana continua com seu trabalho e atualmente está sendo bem recebida pelo público brasileiro graças à contribuição na área da saúde, inclusive na internet, onde está sendo elogiada pelas redes sociais.
Fontes: Forbes, Veja e Revista Oeste
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